sábado, 3 de março de 2012

Isto é

A fórmula para chegar lá

Eles conseguiram entrar nos mais disputados cursos das melhores universidades do Brasil e até do Exterior. Saiba como esses alunos venceram as dificuldades para alcançar o topo.

 

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A carreira dez anos depois do vestibular
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Há dez anos, no verão de 2002, a jovem Camila Anna Hofbauer Parra, então com 19 anos, recebeu a notícia: era a primeira entre os 9.138 candidatos ao curso de medicina da Universidade de São Paulo (USP), um dos mais concorridos do País. A conquista veio após dois anos de cursinho preparatório e seis horas diárias de estudo. “Foi puro esforço”, diz Camila. A vida depois do vestibular, no entanto, continuou exigindo disciplina e força de vontade da estudante. Foram seis anos de graduação, mais quatro de residência. Hoje, Camila é dermatologista em um hospital privado e em duas clínicas particulares. “E devo abrir meu próprio consultório ainda este ano”, diz, orgulhosa.

Na mesma época, Lucas Martins Zomignani Mendes, com 18 anos, registrava um feito admirável: passou em primeiro lugar nos exames de seleção de três importantes universidades brasileiras: a USP, a Unicamp e a Fundação Getulio Vargas (FGV). A colocação facilitou sua entrada em um mestrado na Escola Politécnica da França e um estágio de seis meses na Universidade de Oxford, na Inglaterra. Formado, porém, não seguiu a carreira de engenheiro químico, sua graduação. Lucas ficou por três anos e meio no mercado financeiro e, atualmente, é sócio-diretor de um site de venda de produtos de cuidados com o cabelo que atende a América Latina. “É uma grande responsabilidade ingressar num mercado ainda em expansão, mas estou satisfeito com minha escolha profissional.”
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CAMPEÃO
Primeiro colocado na USP, Unicamp e FGV, Lucas virou empresário da internet
Pode até não ser imediato, mas o peso de uma instituição de renome no currículo faz diferença. Priscila Vieira, 27 anos, sabe bem disso. Ao retornar ao Brasil em junho de 2008, trouxe na bagagem o diploma de neurobiologia em Harvard, nos EUA. Em um primeiro momento, sofreu para se inserir no mercado brasileiro. “A maior parte das empresas no País se atém ao curso do candidato à vaga de trabalho.
Nos Estados Unidos, eles são mais focados na qualidade da universidade”, conta Priscila. Por um ano ela participou de diversos processos seletivos, sem sucesso. Finalmente foi contratada: primeiro por uma farmacêutica, e, agora, pela Google do Brasil. “Mais do que a formação acadêmica, Harvard me deu uma experiência de vida única”, diz.

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